quarta-feira, 16 de setembro de 2009

BANCOS X SEGURADORAS - Nova Regra - Habitacional

Nova regra para habitação agita mercado de seguros 

Os bancos ficam obrigados a oferecer três apólices de seguro ao cliente As seguradoras já contam com a regulamentação das mudanças no seguro habitacional para o programa "Minha Casa, Minha Vida" na reunião do dia 24 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e traçam estratégias para aproveitar o aumento da concorrência no setor. Os bancos ficam obrigados a oferecer três apólices de seguro ao cliente: uma da seguradora do próprio banco, outra de seguradora independente e a terceira trazida pelo próprio cliente, de uma seguradora de seu relacionamento. Esse mercado é dominado pelas seguradoras dos bancos e liderado com folga pela Caixa Seguros, da Caixa Econômica Federal, que teve uma fatia de 73% nos R$ 507 milhões em prêmios movimentados em 2008. Também para estimular a competição, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão máximo do setor, deve emitir resolução que permitirá às seguradoras de vida oferecer o seguro habitacional. "É uma oportunidade fantástica", diz Luiz Barsotti, executivo da seguradora de vida MetLife, a maior dos EUA, que busca parceiros para operar. A independente Tokio Marine se reúne com bancos para entrar no mercado quando sair a regulamentação. A Caixa Seguros diz que não teme a concorrência.

Data: 16.09.2009 - Fonte: Valor Online 

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Porto Seguro + Itau + Unibanco = ???

Itaú Unibanco faz associação com Porto Seguro
Plantão Publicada em 24/08/2009 às 10h25mReuters/Brasil Online

SÃO PAULO, 24 de agosto (Reuters) - O Itaú Unibanco anunciou nesta segunda-feira que fechou um acordo com a Porto Seguro, dias depois de a seguradora ter divulgado que encerrou negociações com o Bradesco.
Pelos termos da associação assinada no domingo, o maior banco privado do país vai transferir a totalidade de ativos e passivos de sua carteira de seguros residenciais e de automóveis para a Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência.
Essa sociedade, que terá patrimônio líquido de 950 milhões de reais, será transferida para a Porto Seguro, que até o final de junho tinha patrimônio de 2,1 bilhões de reais.
Com isso, a seguradora vai emitir ações equivalentes a 30 por cento de seu novo capital social, que serão repassadas ao banco.
Após essa operação, os controladores da Porto Seguro e do Itaú Unibanco criarão uma nova empresa, a Porto Seguro Itaú Unibanco Participações SA (Psiupar), que será detida pelos atuais donos da Porto Seguro.
Pelo organograma divulgado, após a conclusão das operações, o Itaú Unibanco vai deter 43 por cento da Psiupar e os controladores da Porto Seguro, o restante. A Psiupar vai deter 70 por cento da Porto Seguro SA. O restante das ações ficará nas mãos do mercado.
Na sexta-feira, a Porto Seguro anunciou que havia encerrado sem acordo discussões que vinha mantendo com o Bradesco para uma eventual associação.
A junção das operações de seguro do Itaú Unibanco com a Porto Seguro vai criar um grupo com prêmios de 2,32 bilhões de reais em veículos e de 198 milhões de reais em residências. O patrimônio líquido será de 3 bilhões de reais.
O banco poderá indicar dois dos sete membros do conselho de administração da seguradora.
"Não se espera que essa Associação acarrete efeitos relevantes nos resultados deste exercício social", afirma o Itaú Unibanco em nota.
A Porto Seguro, maior seguradora de veículos do país, é controlada por Jayme Garfinkel, cuja família detém cerca de 57 por cento da companhia.
Às 10h18, as ações da Porto Seguro disparavam 8,75 por cento, a 17,40 reais, enquanto as do Itaú Unibanco cresciam 1,2 por cento, a 34,61 reais. O Ibovespa operava em alta de 0,76 por cento.
(Por Alberto Alerigi Jr.)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Empresas estudam proposta que cria modalidade de seguro para pessoas de baixa renda

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde, Suplementar e Capitalização (CNSeg) está prestes a entregar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva proposta para criação de uma modalidade especial de seguro destinado a pessoas de baixa renda: o micro-seguro. O anúncio foi feito hoje (3) durante almoço oferecido pela entidade em agradecimento ao presidente da República por ele ter promovido a abertura do mercado de resseguros no país, há quase um ano.
Segundo o presidente da CNSeg, João Elísio Ferraz de Campos, a abertura do mercado de resseguros colocou o Brasil no mesmo patamar das economias desenvolvidas. “Esse monopólio estatal [do resseguro] resistiu quase 70 anos. Fomos um dos últimos países do mundo a eliminá-lo”, disse Ferraz. “O fim desse monopólio trouxe inúmeros desafios em termos de regularização e fiscalização, já que se restabeleceram no Brasil mais de 50 resseguradores e várias corretoras de resseguros”, completou Lula.
A CNSeg quer atingir uma camada social que não tem hábito de contratar seguros. Para tanto, está preparando propostas que serão apresentadas em breve ao governo. “O micro-seguro vem ganhando o entusiasmo de governos de países onde a população de baixa renda é numerosa, como a Índia, a China, a África do Sul, o Chile e a Colômbia. Nesses países, ele é entendido como alternativa para o desenvolvimento e a ascensão social dessa camada da população”, argumentou Ferraz.
O tema já vem sendo discutido no Brasil por uma comissão consultiva multilateral instituída pelo Conselho Nacional de Seguros e presidida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Composta por representantes dos Ministérios da Fazenda e da Previdência Social, do Banco Central, de seguradoras e corretoras, ele é destinado a pessoas de baixa renda que nunca tiveram acesso ao seguro normal. “São pessoas vulneráveis a vários tipos de riscos”, explicou Ferraz.
“Considerando a base de renda familiar de até dois salários mínimos, há cerca de 120 milhões de pessoas que podem ser protegidas por meio de seguros”, estimou Ferraz. “Se o Bolsa Família ajudou a retirar do nível de pobreza extrema milhões de brasileiros, o micro-seguro poderá ajudar a mantê-los acima dessa linha”, argumentou.
Em seu discurso, Lula também teceu elogios ao micro-seguro. “Ele tem potencial para democratizar o acesso à proteção oferecida pelos seguros aos moradores das periferias das grandes cidades, em substituição a produtos informais não-regulamentados, que muitas vezes deixam o cidadão totalmente desamparado”, disse Lula.
“Estou certo de que a situação macroeconômica atual e o resultado efetivo de distribuição de renda que tem sido feito oferecem as condições necessárias para ampliar significativamente a presença do seguro no dia-a-dia dos brasileiros”, completou.
O presidente fez questão de dividir a homenagem recebida com os parlamentares. Lula disse que as discordâncias entre os Poderes Executivo e Legislativo são resultado do debate democrático. “Embora muitas vezes as manchetes sejam de discordância, a verdade é que neste e nos governos anteriores se conseguiu aprovar 99% de tudo aquilo que se queria aprovar, sem nenhum problema para a sociedade brasileira”, declarou.
“O governo enviou um projeto de lei prevendo a contratação, via concurso público, de mais 250 analistas para a Susep. O projeto já foi aprovado na Câmara, e agora aguardamos a ajuda dos senadores para aprová-lo na outra Casa”, disse Lula.
Ele lembrou que o setor de seguros dobrou de tamanho na última década, a ponto de se tornar responsável por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). “Nos países mais ricos, a influência desse setor na atividade econômica está entre 7% e 12 %”, emendou. “Por isso, o fortalecimento da Susep é essencial para assegurar que o desenvolvimento do mercado segurador se dê em bases sólidas e consistentes, com transparência e sobretudo com respeito ao consumidor”.
Lula ressaltou que os ativos que garantem as reservas técnicas das seguradoras já ultrapassam os R$ 200 bilhões, e que “a imensa maioria desses ativos está aplicada em renda fixa, principalmente em títulos do Tesouro Nacional”, apesar da permissão para se aplicar até 49% em renda variável.
O presidente destacou que nos Estados Unidos os recursos das seguradoras costumam ser aplicados em ações e que isso acabou potencializando os efeitos da crise financeira internacional no exterior. No Brasil, entretanto, o setor de seguros ”pode comemorar seus avanços e a blindagem contra os efeitos perversos da crise internacional”, afirmou.

Publicado por Marcos Pili Palácios
em 3 de março, 2009Por: Pedro Peduzzi
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 13 de julho de 2009

SEGUROS PARA TUDO E TODOS





O conceito de Seguros no Brasil está ligado a proteção de bens, empresas, carros, prédios, casas e muito pouco ao que é mais importante ao ser humano: A VIDA e também a garantia de uma vida digna após a aposentadoria: Previdência Privada.

É bastante lógico que se busque proteger nossas conquistas, nossos bens, mas não faz sentido não planejar o futuro e neste planejamento incluir a maior de todas as certezas, a de que um dia deixaremos nossos entes queridos e porque não deixa-los amparados e com uma garantia de renda.